Última atualização: agosto de 2026
Nada que identifique você. Não pedimos login, nome, e-mail ou telefone. O único dado que você informa é o CEP, usado apenas para descobrir qual político representa a sua região.
O CEP é processado no seu próprio navegador e enviado à API pública de consulta de endereços (ViaCEP / BrasilAPI) apenas para obter cidade, bairro e estado. Não guardamos esse CEP em nenhum servidor nosso — ele some quando você fecha ou reinicia a busca.
O texto que você escreve sobre o problema não é enviado nem armazenado por nós. Ele só é usado para montar a mensagem que abre no seu próprio aplicativo de WhatsApp ou e-mail. Quem envia é você, do seu aparelho — o tratamento a partir daí segue as políticas do WhatsApp/Meta.
No resultado existe um botão "alguma informação está errada?". É o único momento em que algo sai do seu navegador para um servidor nosso — e só acontece se você preencher e tocar em enviar.
O que é enviado: qual registro está errado (o nome da câmara ou do parlamentar), a cidade e o estado, qual campo tem o problema, o que você escreveu descrevendo o erro e, se você informar, o valor correto.
O que não é enviado: o seu CEP, o seu bairro e o texto do seu relato sobre o problema de bairro — esse continua nunca saindo do seu aparelho. Também não pedimos o seu nome, e-mail ou telefone, nem como campo opcional.
Por isso o reporte é anônimo e, honestamente, por isso não temos como te responder: não sabemos quem enviou. A correção aparece na própria base. O reporte chega numa caixa de mensagens privada da equipe e é usado só para corrigir o dado.
Como não tratamos dados pessoais identificáveis e o CEP tem uso momentâneo e anônimo, operamos com o princípio de minimização de dados (art. 6º, III da LGPD). Você não precisa consentir com coleta de PII porque não há coleta de PII.
Usamos o Google Analytics para entender como as pessoas usam a plataforma — quantas concluem a busca, quais temas são mais procurados, em quais regiões falta cobertura. É o que nos diz qual estado ou cidade adicionar em seguida.
Enviamos apenas dados de navegação: a página vista, a etapa da busca, o tema escolhido, o estado e o município, e qual representante foi consultado (informação pública). Nunca enviamos o seu CEP, o texto do seu relato, o seu bairro, nem qualquer contato seu — do seu relato, medimos só a faixa de tamanho, jamais o conteúdo.
O Google Analytics usa cookies próprios conforme a política do Google. Se você usa um bloqueador, a plataforma funciona igual — a medição simplesmente não acontece.
Os recursos publicitários da ferramenta ficam desligados na nossa configuração: sem remarketing, sem público personalizado e sem coleta de perfil demográfico. Medimos navegação para saber onde falta cobertura, não para perseguir ninguém com anúncio — e anúncio, aqui, não existe.
A plataforma não exibe anúncios e não carrega nenhuma rede de publicidade. Ou seja: nenhum script de terceiro rastreia você aqui para vender espaço, e não há cookie de anúncio para aceitar ou recusar.
O que sustenta o projeto é doação voluntária por PIX. Doar é opcional e não muda nada no que o app faz ou mostra. O pagamento acontece inteiramente dentro do seu banco: este site não processa, não intermedia e não registra nada disso — o botão só copia um código para você colar lá.
Uma coisa que você deve saber antes de doar, porque é assim que o PIX funciona: quem recebe vê, no extrato do banco, o nome e o CPF parcial de quem enviou — não é uma escolha nossa e não temos como desligar. Esse dado fica no banco, nunca entra nesta plataforma e não é cruzado com nada: não temos como ligar uma doação a uma busca, porque não guardamos busca nenhuma. Se você prefere não se identificar, simplesmente não doe — o app é igual para todo mundo.
Dúvidas sobre privacidade: talk@victortorr.es